Friday, March 18, 2011

Definição

"E a graça do amor não é justamente esse emperrado? Quer, não quer, pode, não pode, quer mas não pode, pode mas não quer, um passa a querer no que o outro desquer e esse só vai querer novamente com a desquerência do outro"

- A Máquina, Adriana Falcão.

Roubei da amorosa, porque, sabe, é tão isso. A gente bate cabeça na parede, chora, descabela, e é isso aí. Sempre vai ser. E é bonito, bonito demais. Dilacerante, claro, sejamos honestos. Mas é a vida, afinal.

4 comments:

Sabina Insustentável said...

É a vida! E se não fosse assim tão paradoxal, com tudo tão certinho, nem tinha graça, né? É tão bom a perna tremer quando aquela desquerência (re)aparece e te deixa com sentimento de "ah, agora tb não quero" E o controle volta até outro sinal de desquerencia hahahaha "E foi mesmo na frente da igreja que a vida de Antonio deu uma volta medonha, pois, no que viu karina, seu coração disse pra sua cabeça, vá, e sua cabeça disse pra sua coragem, vou, e sua coragem respondeu, vou nada, mas sua boca não ouviu e beijou Karina bem ali". Quero estudar mais lei nenhuma. Só quero ficar lendo esse livro hj srsrsrs Amo!

Adrilles Jorge said...

É graça ou é fardo esta encruzilhada de quereres da definição amorosa? Ou o querer que seja de uma definição de amor seria também intangível? Querendo, a gente poderia tocar ao menos num encontro amoroso de quereres?

Sil said...

é graça e é fardo, moço.

Sabina Insustentável said...

atualiza!!! rsrsrsrs